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Horizontes da inovação, segundo a McKinsey


Pessoa em volta de um livro sobre negócios
Os três horizontes da inovação


Esse método consiste em separar a inovação em três horizontes, nos quais cada um possui sua importância estratégica.


  • No primeiro horizonte, a empresa investe tempo e recursos para aprimorar suas entregas atuais. Isso envolve a automação de processos e a melhoria da experiência do cliente.

  • No segundo horizonte, a empresa busca explorar negócios correlatos, que estejam próximos ao seu negócio principal e nos quais já possua algum conhecimento. É necessário apenas estender um pouco os esforços para obter resultados nesses novos territórios.

  • Já o terceiro horizonte é dedicado à experimentação, onde a empresa busca identificar novos negócios, novas fontes de receita que possam estar completamente desconectados do seu negócio principal.


Quando se trata da alocação de recursos, o tempo e o investimento em cada um dos horizontes podem variar de acordo com as características de cada organização. Podemos tomar como exemplo a estratégia adotada pelo Google. Eles investem 70% dos seus recursos destinados à inovação no primeiro horizonte, aprimorando processos e fortalecendo o negócio existente. No segundo horizonte, eles alocam 20% dos recursos, considerando que é uma aposta um pouco mais segura devido ao conhecimento prévio e à proximidade com o negócio principal. No terceiro horizonte, eles reservam 10% dos recursos, pois é uma aposta com menos garantias, uma vez que está distante da área de atuação principal.


A estratégia de separar em horizontes pode auxiliar a empresa a enxergar o negócio de forma mais abrangente e alocar seus recursos, tanto em termos de tempo quanto financeiros, de maneira mais eficiente.

A sua empresa já adota esse método?

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