Criatividade para todos

Confesso que não sou a melhor pessoa para falar de criatividade. Sempre achei que fosse uma habilidade para alguns – e não me incluía nesse grupo. Mas essa semana me deparei com um livro bem interessante, chamado “inGenium, um curso rápido e eficaz sobre criatividade”. A autora, Tina Seeling, é professora na Universidade de Stanford e dá aula sobre criatividade para seus alunos.


Logo que você inicia a leitura já percebe que a autora acredita que a criatividade é uma competência que pode ser desenvolvida e trabalhada, e que é muito influenciada pelo ambiente externo. Vou compartilhar com vocês aqui alguns pontos interessantes do livro.



Uma das primeiras reflexões é se já percebemos que quando crianças éramos bem mais criativos e confiantes do que somos hoje. Experimentávamos de tudo – usando todos os sentidos –, inventávamos jogos, imaginávamos como seria viver em outro planeta e muitas outras coisas. Contudo, conforme fomos crescendo, mudamos nosso foco e deixamos a criatividade de lado para focarmos na produtividade. Mas a boa notícia? Segundo Tina é fácil reativar essa nossa inventividade natural.


Para começar, precisamos aprender a olhar as coisas por outro ângulo, analisar por outra moldura, observar o mundo por referências diferentes. Uma escola de São Francisco, por exemplo, mudou a maneira de lecionar História para os alunos. Ao invés de usar um livro cheio de fatos e datas, forneceu para os estudantes fontes originais de estudos, como cartas, mapas históricos e artigos de jornais. Dessa forma, os alunos tornaram-se historiados ativos, aumentando seu pensamento crítico e melhorando sua capacidade de ver os fatos por diferentes maneiras.


Outro ponto importante é o contato social, que proporciona uma grande oportunidade de interação e aprendizado com outras pessoas, de campos e áreas diferentes dos seus. Pode-se compartilhar ideias diversas e inovadoras com muito mais facilidade. No Vale do Silício, por exemplo, onde as empresas estão concentradas em uma área pequena, essa interação é facilitada. Além disso, lá há outras possibilidades para que as pessoas se conheçam, resultando em mais oportunidade de troca de ideias.


O último ponto que vou destacar é o fato de buscarmos resolver os problemas sempre com as primeiras opções de ideias que temos, deixando a possibilidade de soluções mais criativas de lado. Priorizamos a resolução do problema e não a melhor resolução dele. Tina mostra então exemplos de abordagens diferentes para fugir do óbvio e buscar novas ideias. Uma delas é o brainstorming, que permite que as pessoas ultrapassem as primeiras ideias e consigam gerar respostas mais inovadoras e criativas.


Bom, esses são somente alguns pontos interessantes do livro que convido vocês a ler. Vamos buscar outras soluções para melhorarmos a nossa capacidade criativa?

Suelen Scop de Ávila

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